Ela fez besteira me deixou solteiro em plena sexta feira

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era sexta feira e ele estava merecendo uma noite relaxante. . Depois ela conferiu uma mensagem no celular e fez uma careta ao ler. - Ele está me convidando para sair junto com a “família‟, eles vão comer pizza – Antônio deixou a sala da colega com um sorriso no rosto, e a própria colega de satisfação plena. REX STOUTCLIENTES DEMAIS Tradução: EDUARDO BUENO1ª reimpressãootoku-navi.info h. Bom, eu ia esperar para contar, mas não vejo motivos para isso – Ele fez um . você vai me contar porque estava sozinha mendigando em plena madrugada? Ela . em casa após o trabalho, em uma sexta-feira – Cansei de ficar em depressão, . Deixe de besteira, null, trabalho com Sam há bastante tempo, ela é legal.

REX STOUTCLIENTES DEMAIS Tradução: EDUARDO BUENO1ª reimpressãootoku-navi.info h. Bom, eu ia esperar para contar, mas não vejo motivos para isso – Ele fez um . você vai me contar porque estava sozinha mendigando em plena madrugada? Ela . em casa após o trabalho, em uma sexta-feira – Cansei de ficar em depressão, . Deixe de besteira, null, trabalho com Sam há bastante tempo, ela é legal. Letra Fez besteira, fez besteira Me deixou solteiro, em plena sexta feira Em casa eu não fico de bobeira Vou me arrumar eu vou cair na bagaceira Já combinei.

vagas abertas para quem quiser me dar valor. 12 replies 1, ela ta solteira pq ngm consegue dar conta do problema kkkkkkkkkkkkk. 13 replies REX STOUTCLIENTES DEMAIS Tradução: EDUARDO BUENO1ª reimpressãootoku-navi.info h. Bom, eu ia esperar para contar, mas não vejo motivos para isso – Ele fez um . você vai me contar porque estava sozinha mendigando em plena madrugada? Ela . em casa após o trabalho, em uma sexta-feira – Cansei de ficar em depressão, . Deixe de besteira, null, trabalho com Sam há bastante tempo, ela é legal.






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E foi com a morte de quem, que ele terminou? Sexta vezes.

Antes ela preferiu ficar sozinha e guardar a dor para si mesma e deu tudo errado, mas como ela saberia se podia confiar em Jim? Esse tipo de coisa pesa em um relacionamento. Agora tenho que ir de verdade — Ela acenou e saiu apressada. No fim do dia, estava realmente cansada. Pensou em ligar para Jim, apenas para dar boa noite, mas resolveu esperar chegar em casa primeiro. Onde Stella estava? Ela parou de pensar nisso, ao abrir a porta e ouvir um barulho. Catherine estava acompanhada.

Entrou na casa, pensando se conseguiria passar despercebida, dependendo de onde eles estavam. Catherine estava com? Isso era algum tipo de piada para que ela se sentisse melhor e esquecesse Stella? Quer dizer, era uns sete anos mais velho que Catherine! E ele e tinham namorado. Preciso me sentar. No fundo, estava feliz por ser isso que deixara preocupada nesse dia. Seu casamento? No dia seguinte acordou melhor do que pensava que estaria. Mas sentiu sua garganta se fechar ao encarar a data.

Exatamente um ano. Isso era muito ou pouco? Ela nunca sabia. O primeiro ano de muitos. Quando avisou que estava saindo, Catherine apenas acenou. Do outro lado da rua, tinha uma floricultura, onde parou para comprar uma flor. Ela nem sabia qual era o tipo, nunca entendera muito de plantas, mas achara aquela bonita o suficiente para Stella. Ou ela apenas iria apodrecer ali? Ela parou por um momento, olhando para os lados, apenas para notar que estava sozinha.

E eu sinto muito por isso. Eu deveria ficar feliz por pelo menos ter tido a chance de viver isso. Me desculpe, Stella. Eu estou melhor em esconder. Como agora, por exemplo. Foi isso que aconteceu comigo. Eu tenho Jim, Catherine, , agora voltei a falar com. Estava completa. Pensou se deveria se aproximar, mas achou inapropriado. Por isso, apenas deu meia-volta, engolindo o choro e voltando para casa. Talvez um dia ela estivesse pronta para voltar para ele. Ele deveria fazer o mesmo.

Assim mesmo que nunca voltaria para ele. Talvez comer a faria se sentir melhor. Apesar de tudo, fora um dia produtivo, conversar com Stella lhe fizera bem. Ela abriu a porta, esperando pelo entregador de comida tailandesa, que estava subindo de acordo com seu porteiro.

Ela parou franzindo a testa. O porteiro me disse para subir. Quando Jim entrou, ela o seguiu, fechando a porta. Pensei que fosse ficar feliz em me ver. O que ela poderia falar? O conselho de Catherine soou em seu ouvido. Mas como ela poderia contar? Organizar enterros? Eu te amo,. Mas estava feliz por ele estar ali. Em algum lugar perto dali, bebia sua garrafa de vodka sozinho.

Ele sentia tanta falta de suas garotas. Ao abrir a porta, revirou os olhos. Ao chegar na sala, ouviu a voz de Catherine vindo do quarto. Ele gosta bastante dela.

Era melhor assim. Mesmo vendo bastante os dois, ele nunca tinha conseguido ser amigo de , que parecia ter alguma coisa contra ele.

Imaginou que quando ele se casasse com Catherine, talvez se vissem ainda mais. Tenho uma entrevista de emprego. Mas ele estava certo, eram seus amigos. Ele achava que ela iria querer?

Que ela iria trai-lo enquanto estava viajando? Eles se levantaram da mesa, saindo do restaurante e entrando no carro. Para que isso? Sabia que Jim estava certo.

Mas, no fundo, ela sabia que era mais do que isso. Na quarta-feira, Jim foi viajar deixando finalmente sozinha com seus pensamentos. Certamente, ela sabia que uma parte de si ainda amava. Que idiota seus pensamentos deviam estar soando. Ou sentido. Talvez eles tivessem ficado no passado mesmo. Fingir para os outros e fingir para si mesma. Precisava aceitar, depois de dois anos, que seu casamento havia acabado realmente.

E depois foi ele quem a deixou sozinha. Veria na sexta e seria bom se decidisse como agiria. Ela precisava acabar com tudo de uma vez por todas. Cath estava completamente radiante. Lembrou-se de si mesma quando estava noiva, teria parecido assim? Sentiu-se meio mal por ter de se aproximar de , mas deixou o sentimento de lado, aproximando-se. Ela desviou o olhar, procurando pela melhor amiga. Viu que ela estava em um canto, falando no telefone, provavelmente checando com os pais como Elle estava.

Franziu a testa olhando para o ex-marido. De longe, ela avistou pegando mais uma bebida e bebendo-a rapidamente. Algumas horas depois, se encontrava sentada em uma mesa conversando com Jenny, a namorada de. Ela se levantou, sem discutir. Depediu-se de e e se afastou, indo dar tchau para Catherine. Eu passo por perto para ir para casa. Nem ela mesma sabia. Pensava no que tinha dito Ela viu a casa se aproximando. Desde setembro de , na verdade.

Sempre que tinha que passar pela rua, fazia algum caminho alternativo. Ela suspirou ao entrar. Suspirou porque percebeu que tinha entrado realmente em casa. Mesmo depois de todo esse tempo, ela ainda sentia que aquela fosse mais sua casa do que seu apartamento atual jamais seria.

Tentou ignorar esse sentimento e ajudou a subir as escadas e entrar no quarto. Ele revirou os olhos e se jogou na cama, de sapato e tudo. Aquilo irritou , ele estava deitando sujo na cama. Aquilo estava errado. Eu tenho que voltar para casa. Vai acabar morrendo assim. Eu te abandonei Foi culpa minha, , eu sei disso. Queria dizer ao menos que o perdoava, mas Eu sei disso. Namorando aquele idiota? Completamente oco.

Ele parou de falar a caiu no sono. Deixou-a em cima da mesa de cabeceira, onde anos antes deixara uma carta incompleta para. E saiu correndo. Ele precisava perceber que precisava viver. E aquilo era tudo sua culpa, pensou pesarosa. O que Jim estaria fazendo em seu apartamento afinal? Como nada de estranho aconteceu quando ela se levantou, ela esfregou os olhos, verificando se era ele mesmo.

Eu fiquei um tempo pensando depois que ele dormiu, por isso demorei. Jim ergueu a sobrancelha, sem entender. Ela se questionou se seria engano Quando a campainha tocou pela terceira vez, ela resolveu se levantar. Precisamos fazer alguma coisa, vamos sair! Eles conversaram sobre todo tipo de coisa, enquanto assistiam a um filme bobinho e, mais tarde, devoravam uma pizza de calabresa. O que aconteceu? Ela continuava sendo sua esposa, deviam ter pelo menos contado a ela!

Reagiu bem a isso? Quando tudo isso tinha acontecido? Ou pelo menos deveria ser. Mesmo que sempre estivesse estado para ela. Ela apenas ergueu as sobrancelhas para o amigo e mudou de assunto. Na semana seguinte, ligou para. O suficiente para que se sentisse melhor do que se sentira em semanas. Junho, Ela colocou o telefone de volta na base rapidamente, feliz porque havia desligado logo antes de Jim tocar a campainha.

Afinal, ela estava apenas conversando com um velho amigo, que mal fazia? De que importava se ela era legalmente casada com ele? Ele sorriu para ela, a puxando para um beijo. Mas depois vai poder ir para casa. Morar junto com ele, em Manchester? Ela nunca nem tinha pensado nessa possibilidade.

E amava Londres! O que ela podia dizer? Ela nem ao menos tinha certeza se aquilo era um pedido de casamento. Inevitavelmente, lembrou-se do pedido de , no London Eye. Como Jim continuava a encarando, achou que talvez ela devesse falar alguma coisa. Durante o caminho para o apartamento, nenhum dos dois sabia o que dizer. Que eu ficasse super feliz e dissesse que era isso que eu esperava mesmo? Ela olhou para ele, sem saber o que dizer.

Ela nunca esperou que fosse durar para sempre, era uma pena que Jim tivesse pensado que sim. Agora, mais de oito anos depois, descobriu como era estar do outro lado. Ela realmente precisava se arranjar com , quando ele voltasse. Ela realmente gostava de Jenny, e eles formavam um casal muito fofo juntos, ela esperava que o relacionamento fosse durar pelo menos um ano. Ela tinha recebido o convite, mas ele acabou sendo esquecido em cima da mesa da sala.

Contou que parecia bem melhor do que estava com chegou, parecia um pouco mal ainda, provavelmente por ter tido que ficar preso por semanas, mas estava definitivamente melhor. Ou era isso que estava dizendo a si mesma, enquanto ficava parada na entrada da loja apenas olhando a vitrine. Poucas coisas tinham mudado. Tinham alguns de desenhos animados que ela nunca nem tinha ouvido falar. Achou facilmente e , que estavam rodeados de pessoas, e falou com eles por pouco tempo.

Foram precisos apenas alguns minutos para que ela descobrisse que preferia mil vezes a Jenny. Ela se afastou e ficou apenas observando as pessoas.

Elle estava fazendo quatro anos, ela pensou. Por um momento, ela quase pensou ter visto Stella ali no meio brincando com as outras, rindo e correndo vividamente, fazendo-a levar um susto com a imagem. Ela tinha uma boa voz, apesar de um pouco fina demais, e estava no ritmo.

E veja como ela fracassara naquilo! Quando olhou para cima, viu que estava parado ali olhando para ela — Posso sentar aqui? Ela apenas assentiu e puxou a cadeira mais para perto dela. Era ainda pior agora, que a menina fazia quatro anos, a idade que Stella nunca completaria.

Ela deu de ombros, sem saber o que dizer. Quando a dona da bolsa chegou e reivindicou seu lugar novamente, e levantaram-se e se juntaram a e , que estavam mais relaxados agora que a festa estava mais vazia. Comemoraram por algum tempo. Quando a festa acabou, e Catherine resolveram sair para ir ao cinema e ficou sem carona.

Setembro, Catherine estava subindo as escadas, parecendo meio nervosa. Seu cabelo castanho estava preso em um grande rabo de cavalo alto, que o fazia parecer mais volumoso. Enquanto assistia ao casamento, sentiu que fosse chorar. Ela queria que os pais estivessem ali para ver a pequena Catherine se casando, eles nem tiveram oportunidade de conhecer o genro. Se pelo menos tivessem vivido por mais dois anos Ele apenas olhou para ela, sorrindo, e apertou de volta.

Ela os observou por alguns minutos, se sentindo contagiada pela felicidade dos noivos. Nem ao menos dava para ver a mancha no vestido, provavelmente estaria bem pior ao final da festa. Viu que Catherine estava conversando com alguma de suas amigas, acompanhada de.

Ela sorriu e se sentou ao seu lado. Eles ficaram por ali, conversando sobre nada. E era isso que era mesmo. Vem comigo. Seja por causa da bebida ou porque era o seu desejo, por um momento ela achou que estava com novamente. Esqueceu-se de tudo o que tinha acontecido. Foram alguns segundos preciosos em que sua mente voltara no tempo, mas assim que ela voltou para , se deu conta do que estava fazendo e se afastou de.

Ela apenas assentiu, sem querer contar para ele. A menina estaria com quase seis anos — faria dentro de algumas semanas — e talvez tivesse sido daminha de honra do casamento. Ela poderia estar com um segundo filho, de mais ou menos dois anos, e ainda estaria com.

Ela sentia falta disso. Sentia falta de. Ela assentiu, sem coragem de falar, pois sabia que se abrisse a boca, corria o risco de despejar todos seus pensamentos. Era estranho, mas ela finalmente sentia que tinha aceitado , aceitado tudo. Aceitado a morte, o destino, a saudade, o amor. O significado para ele era outro, era um muito mais simples: sentia falta dele.

E nesse momento, o mundo explodiu em chamas. Uma segunda lua-de-mel Estavam mesmo precisando. Agora, ela apenas iria tomar um banho e relaxar. Ela sorriu para ele, aproximando-se e beijando sua bochecha, sem saber ao certo como se comportar.

Nenhum deles sabia como agir. Quando terminaram de comer, recolheu os pratos e os colocou na pia, para lavar depois. Principalmente agora, que Catherine levou todas suas coisas para sua nova casa. E era verdade. De que modo aquilo havia sido inesperado? Ele suspirou, tentando encontrar as palavras certas. Ela ergueu as sobrancelhas, olhando para ele, como se o desafiasse.

Sorriu quando ele olhou para ela e sorriu de volta. Ela se aproximou mais e o beijou. Foi um beijo curto, mais para acabar com o assunto do que qualquer coisa. Tinha mais coisas para falar com , muito mais coisas. Ou terminar. Esse era o problema, o medo de que tudo pudesse acabar novamente. Franziu a testa quando ele parou em frente a um restaurante, entregando o carro para um manobrista.

Como ela tinha deixado que ele fosse embora uma vez? Eles conversavam sobre qualquer coisa. Ia acontecer eventualmente, de um jeito ou de outro.

Ele se virou para , encarando-a por alguns segundos, antes de dar um pequeno sorriso. Como minha esposa, ex-mulher, namorada? O que ele esperava?

Ela sabia tanto quanto ele sobre isso. E eles foram. Raramente iam para a casa de , para a casa deles. Simplesmente porque parecia estranho. Apenas o encarou com o olhar um pouco perdido, encontrando o mesmo semblante no rosto do namorado. Como se tocar no assunto fosse acabar com tudo o que eles estavam reconstruindo.

Eles precisariam falar dela. Ambos sentiriam essa mesma necessidade. Ela nunca sabia como se sentir nesse dia, o que era para ser feliz acabava sempre se tornando triste.

Ele teria. Eles ficaram apenas olhando um ao outro, sem tocar na comida ou falar nada. E odiava isso. Odiava ser obrigada a se pegar a realidade.

Nenhum dos dois tinha muito o que falar. Seus pensamentos tinham se calado. Ficar o dia inteiro com , os dois sem saber o que falar, seria estranho. Encontrou na sala. Se um dia precisasse definir felicidade, ela mostraria essa foto. Ao perceber que era apenas , ele sorriu.

Um sorriso horrivelmente triste, percebeu. Era verdade, pensou. Quando as pessoas morrem, ignoramos seus defeitos. Era exatamente isso que fazia, fingia que tudo costumava ser perfeito. E, de certa forma, era mesmo perfeito, comparado com agora. Mas a felicidade nunca foi completa ou efemeramente eterna.

Que estava destinado a ser assim. Algumas coisas foram acidentes, outras foram culpa minha. O que passou, passou. Eles ficaram assim por um tempo. Assim como ele a deixara sozinha, dois anos antes. Ele se perdoava? Quando via o nome de sua filha estampado ali? Ele conseguiria se perdoar cada vez que visse triste por ter se lembrado da filha? Sabia que, no fundo, nunca conseguiria. Lembraria cada vez que se lembrasse de Stella, mas podia, ao menos, seguir com sua vida.

E foi encontrar. Quando paravam em um sinal, olhava de soslaio para ele, apenas para verificar como estava dirigindo. Ou, pelo menos, ela esperava. Mesmo compartilhando a dor, tinham coisas que eram pessoais demais e deveriam ser enfrentadas sozinhos, ela entendia isso.

Raramente eles utilizavam a casa. Agora, entretanto, ele nem ao menos pensou que ela poderia estar se referindo ao apartamento, aquela era a casa deles, afinal. Perguntou-se se havia a guardado ou vendido. Ela se sentou na cama, parando para respirar e observar. Tudo continuava exatamente igual. O que se dizia em um momento como esses? Ela voltou a pensar, como sempre pensava.

No dia em que Stella morrera, ela ficara sozinha. Esse era o objetivo, ele pensou consigo mesmo. E entendia isso, entendia completamente. Levando a vida. Por que estava falando isso? Logo ela, dentre todas pessoas. Fora , afinal, quem ficara chorando durante meses. Ela chegava ali e jogava tudo aquilo em cima dele, toda a verdade sobre seus sentimentos que ele vinha tentando esconder, e agora falava isso.

Irritado, ele saiu do quarto e entrou no banheiro. Ela estava passando dos limites. O problema era aquela casa, pensou para si mesma, trazia muitas energias negativas. Sem parar para pensar, acabou indo parar no quarto de Stella. As paredes continuavam da mesma cor, a estante continuava presa na parede e a base da pequena cama continuava ali. Ele havia pensado durante o banho. Ele vinha rejeitando, de certa forma, a vida.

E, como dizem, a casa reflete o morador. Queria que ela voltasse para casa. Dezembro, parou em frente ao quarto que fora de Stella. O quarto estava completamente vazio agora, mais do que antes, mas preferia assim. Sentia como se tivesse alguma coisa errada com o quarto. Era melhor assim, apesar de estranho. Pelo menos, era o que ele esperava. Surpreendia-se com sua capacidade de acreditar que um dia iria virar e encontrar tudo diferente.

Ou igual, pensou rapidamente, dependendo do ponto de vista. Principalmente, lembrou , considerando que naquele dia faria oito anos desde que a pedira em casamento. Parecia que uma vida inteira tinha sido vivida nesse intervalo e, entretanto, nada havia mudado.

Continuava sendo eles dois. Eles estavam diferentes, aqueles anos haviam tido muito mais peso do que eles gostariam. Quando estavam no topo da roda-gigante, olhou para sorrindo, lembrando-se de que fora mais ou menos naquela hora que ele a pedira em casamento.

Como se lesse sua mente, falou: - , preciso de falar uma coisa. Sem encontrar palavras, apenas puxou para perto e o beijou. Era estranho como todos eles se pareciam.

Assim, olha. Eu mal posso esperar para poder brincar com ele. Enquanto segurava Oliver no colo, lembrou-se de como era Stella. Perguntou-se por um momento se um dia estaria preparada para ter outros filhos, se um dia conseguiria superar. Mas teria realmente uma hora certa? Sempre que encontrava Ollie - o que acontecia frequentemente - alguma coisa despertava dentro de , um sentimento que ela preferia que tivesse ficado guardado. Catherine queria contar logo para elas, pois tinha certeza que contaria para os outros imediatamente e Cath queria ela mesma contar.

Precisava de um tempo para se acalmar, enquanto os pensamentos se espalhavam em sua mente. Como sempre. Ela, obviamente, estava exagerando. Ainda tinha 32 anos, tinha quase uns dez anos pela frente. Ter filhos. Ela queria aquilo. Ela queria mais do que qualquer coisa no momento. Mais do que isso, ela precisava.

Agora, mais do que nunca, ela sentia que estava na hora. Mesmo que estivesse sendo um pouco influenciada por Catherine e por , esse sentimento teria aparecido em algum momento, de qualquer forma. Ela apenas sorriu para o marido, afastando-se da janela que estava, encarando fixamente e cumprimentando-o. Questionou-se se deveria falar sobre o que estava pensando.

Nunca haviam nem ao menos comentado sobre a ideia de ter outro filho. Pelo o que sabia, podia nunca ter pensado sobre o assunto ou ser totalmente contra. O que houve? E por. Quando o olhou sem entender, ele completou. Sim, ela teve. Talvez ela devesse ter esperado um pouco mais, ter amadurecido a ideia. Quando vai parar de ser cedo,? Os dois ficaram calados por algum momento, apenas pensando no que tinha dito. E continuaria crescendo. Pense nisso,. De novo?

Era a primeira briga de verdade que eles tinham desde que voltaram a morar juntos. Esperava que voltasse para casa logo e eles pudessem resolver tudo. Como se precisasse provar que podia ter um filho? Talvez estivesse certo. E como poderia estar? Verdade seja dita, a morte de Stella ainda a assombrava.

Ela poderia correr o risco de tentar substituir a perda de um filho com o outro. Por outro lado, talvez esse sentimento nunca passasse.

E se ela continuasse pensando assim, iria acabar nunca tendo outro filho. Estava trabalhando demais, isso estava a estressando. Mas ele estava certo, esse era um passo importante, eles deveriam esperar para decidir juntos. Esperava que pelo menos tivesse levado um guarda-chuva. Preocupada, ela ligou para , e , mas nenhum deles tinha visto desde que ele voltara para casa, mais cedo. Ela olhou pela janela e notou que ele havia levado o carro, o que basicamente significava que ele poderia ter ido para qualquer lugar.

Tentou ligar mais uma vez para. A chuva aumentou. Tinham apenas alguns carros estacionados e, felizmente, ela conseguiu destacar o carro de entre eles. De longe, ela o viu parado, em meio aos pingos de chuva. Revirou os olhos, pensando que ele provavelmente ficaria resfriado depois. Ele sabia que ela estava irritada por ele ter sumido, mas estava feliz que ele estiva bem.

Ele sabia que deveria ter atendido seus telefonemas, mas precisava realmente de um tempo para pensar. Como ele conseguiria se perdoar dessa vez? E se, afinal, tivesse realmente sido culpa dele? Mas tinha tanto medo. E se ele voltasse a beber? E se, e se. E se eles tivessem um filho e desse tudo certo? Ele havia abandonado-a uma vez e prometera a si mesmo que nunca faria isso novamente.

Depois de todo o drama interno que tinha tido, ela simplesmente aceitava e dizia que eles deveriam esperar? Apenas o encarou, como se perguntasse se ele estava falando a verdade mesmo. Tudo ia dar certo dessa vez, estava certo. Hesitou por apenas um segundo. Estavam prontos. Dezembro, encarava a tira que marcava duas listras sem saber como reagir. Pela primeira vez em muito tempo, chorava de felicidade.

Seu teste de gravidez dera positivo! Ela apenas sorriu, levantando o resultado. Era tempo o suficiente, diziam para si mesmos. Pelo menos, era o que esperavam. Planejara ter um segundo filho e comemorar com e com Stella. Mas era apenas ela e novamente. Passando por uma gravidez mais uma vez. Jantando para comemorar. De alguma forma, lembrar de tudo isso, fez com que ficasse triste. Ela tinha que deixar esses pensamentos de lado.

E eles teriam que ser fortes para passar por isso. Era melhor focar no lado positivo, pensamentos negativos atraem acontecimentos negativos. E nada poderia dar errado dessa vez. E que fosse muito parecida com Stella. Nenhum tentou falar com. E sem ter nenhuma resposta para a esposa, fez o mesmo. Todos, literalmente todo mundo, havia lhe dito que tudo ficaria bem dessa vez. Que nada de errado aconteceria.

Para que? Ela saltou do carro rapidamente, ao estacionarem na garagem de casa. Ignorou os chamados de , apenas subiu para o quarto, fechando a porta antes mesmo que o marido tivesse subido ao segundo andar. Ela queria ficar sozinha.

Sabia que estava cometendo os mesmos erros duas vezes. Queria seu sorriso se volta no seu rosto. Por que continuava falhando e falhando, sem nenhum motivo aparentemente? De fato, ela estava cansada de continuar tentando. Estava cansada de tentar ser feliz. Ela estava cansada de achar que tinha conseguido, para depois descobrir que se enganara. Mas ele tinha o pressentimento que voltaria. Logo, viraria um ciclo. Talvez em alguns anos ele e voltassem novamente.

Talvez estivessem destinados a repetir os mesmos erros todas as vezes. Eles haviam perdido mais um filho. Mesmo que ainda fosse um feto, ainda contava. Era uma vida, afinal. E o que ele poderia fazer? Ele poderia ajudar e os dois poderiam continuar juntos dessa vez. E podiam continuar tentando acertar. Daria tanto trabalho.

E se acontecesse mais alguma coisa. Ele estava cansado demais para se importar. Talvez fosse melhor ligar para qualquer pessoa. Ou ao menos conversar com. Talvez ele estivesse preocupado. Sentou-se em uma das cadeiras da cozinha, sentindo-se completamente vazia. Nenhum pensamento passava por sua mente. Ele abriu a geladeira, como se procurasse por algo e fechou irritado logo em seguida.

Ela teve sua resposta. Tudo tinha voltado a ser como antes. Ela continuava indo ao trabalho, apesar de obviamente estar o fazendo pior, estava tentando. De noite, dormiam um ao lado do outra, mas sem se tocar. Alguns dias, acordava bem.

Isso acontecia todo dia com milhares de mulheres, nem por isso elas desistiam. Mais tarde no mesmo dia, ligara para ela. Ela colocava todos seus pensamentos nisso, porque se parasse por um segundo para pensar, ela conseguia sentindo a tristeza se espalhando.

Ela queria ignorar o que tinha acontecido. Mais do que triste, parecia com raiva no momento. Talvez nunca estivesse. Talvez nunca tivesse estado. Estragar a festa com sua tristeza contagiante? Ela estava falando a verdade quando disse a que tinha trabalho para fazer.

Logo quando estava decidida que eles tinham realmente se afastado, a surpreendia. Ele havia tentado. Ele tinha tentado fazer com que ela voltasse. Ele continuaria vivendo sua vida e quando ela percebesse que estava perdendo sua vida, ela poderia se juntar a ele. Talvez ela devesse ter ido. Talvez ela devesse ter dado uma chance. Sem conseguir continuar com o trabalho, ela fechou o computador e saiu de casa.

Tinha pensado que talvez refrescando a mente, ela se sentiria melhor. Por que estava errando tanto ultimamente? Como ela estava? Seu marido provavelmente estava irritado com ela, sozinho em uma festa e possivelmente triste. Todos estavam acertando na vida, menos ela.

Levando a vida — Se pelo menos isso fosse verdade, pensou, mas apenas sorriu. Em uma festa — Ela disse. Depois disso eles se despediram e cada um seguiu seu caminho. Estava sendo invejosa. Ela precisava consertar tudo. Mas como? Ela estragava qualquer coisa que tocasse. Ainda pensando, ela fez o caminho de volta para casa. Talvez tivesse sido culpa sua o aborto, assim como havia sido sua culpa a morte de Stella. Mas com certeza o jeito com que estava lidando com tudo isso estava errado.

Queria ter um jeito de, pelo menos por algum tempo, esquecer os problemas. Juntos, como sempre fizemos. Era hora de amadurecer e enfrentar o destino. Com quantos meses ela estaria? Quase sete, pensou. Sabia que era mentira, mas era o melhor que podia fazer. Estavam tentando. E isso era o que importava. Ou, pelo menos, quase nada. Mas estavam indo.

E, para falar a verdade, ambos estavam morrendo de medo. Fazer isso agora, fazia com que algo dentro de despertasse. Ela e eram felizes um com o outro, raramente ficava um clima sombrio na casa.

Perder outro filho fora duro demais. Ela nunca aguentaria passar por isso pela terceira vez. Ela queria provar a todos — queria provar a si mesma — que conseguiria ter um filho. Tudo o que precisava fazer era ter coragem. Ela agora tinha a certeza que queria tentar mais uma vez, apenas para ter certeza.

Deveria falar com? Ela duvidava que ele fosse ficar feliz com a ideia. Provavelmente acharia que aconteceria outro acidente. E que argumentos ela teria, afinal? Era verdade. Por favor, — Ela pediu, se aproximando do marido. E vai dar! Isso fez com que ele acordasse um pouco, franzindo o cenho. Talvez fosse um pouco doloroso, mas talvez valesse a pena. Eles precisavam se despedir. Meio hesitante, ela subiu os degraus, esperando para abrir a porta. Na verdade, ela sabia disso, quase todos os outros casais utilizavam a casa normalmente, nenhum deles relacionava a casa com Stella.

Esses seriam dois longos dias, ela previu. Por que ela iria querer visitar o local em que Stella morreu? Por que ela iria querer fazer uma coisa dessas? O que estava esperando, uma viagem a turismo? Se eles realmente queriam fazer isso, iam fazer direito. Os dois ficaram apenas olhando a vista ao chegarem. De fato, era muito bonita. Ela conseguia imaginar Stella nesse lugar. Ela imaginava que a filha tivesse gostado, que ela tinha morrido feliz, pelo menos.

Stella ficaria agora para sempre naquele local. Brincando em meio as nuvens, mergulhando no mar, observando a tudo e a todos. Estava tudo bem agora. E ele precisava. Lembrou-se dos malditos paparazzi que ficaram o incomodando. Lembrou-se de todos os seus erros que o levaram a bater o carro naquele dia.

Stella sorriu para ele. Stella estava livre agora. Estava livre para fazer o que quisesse com a eternidade que a aguardava. Eles estavam prontos para seguir em frente agora. Tudo o que queriam fazer era deitar na cama e dormir pelo resto do dia seguinte. Entretanto, fora tomar banho, deixando sozinha no quarto.

Ela descobriu que Yeager se aproveitara de sua filha e o matou. Telefone para o Fred. O telefone tocou. Virei minha cadeira e atendi. Chegou gente aqui. Uma mulher. Talvez por volta de dez e meia. Ele explodiu. No meio do caminho, tive um pressentimento estranho. Continuei andando. Devo contar ao senhor?

Desculpe-me, vou fechar a porta. Dirigi-me ao elevador, usei a outra chave, entrei e subi. Veja meu estado. Ignorei-a e abri a bolsa. A garota tinha 29 anos, 1,65 m, branca, cabelos e olhos castanhos. Guardei tudo dentro da bolsa e coloquei-a sobre a cadeira. Trabalhamos para ele. Assim, poderia ser um erro recusar meu convite. Pense nisso enquanto eu a desamarro. Abaixei-me para soltar o cinto e puxei-o de baixo dela.

Fred aproximou-se e pegou-o. Ela rolou. A coberta era enorme, e nunca perguntei a Fred como foi que ele conseguiu enrolar aquela mulher ali. Era uma mulher bastante atraente, talvez mais do que o normal, com seu rosto corado e seus cabelos em desalinho. Ajeitou-se, pegou o casaco e a bolsa, e disse: — Vou dar um telefonema. Aproveitei para dar uma olhada no rosto de Fred. Menti para ela e a garota acreditou.

Seu trabalho continua sendo o de ficar aqui dando as boas vindas aos visitantes. Peguei uma ponta e ele pegou a outra.

Ela ajeitara a gola de seu vestido, dera um jeito nos cabelos e retocara a maquiagem. Aproximou-se de mim e falou: — Muito bem, aceito seu convite. Wolfe estava sentado em sua cadeira preferida com seu livro. Ele se limitou a emitir um som estranho. Wolfe colocou o marcador no livro e este sobre a mesa, recostou-se e ficou olhando para ela.

Ela disse ao telefone: — Quero falar com o senhor Aiken. Sim, eu sei, mas precisava lhe contar. Havia um homem ali e ele me atacou e Um outro homem chegou e informou que os dois estavam trabalhando para Nero Wolfe, o detetive Sim, Nero Wolfe. Estou aqui agora.

Espere, vou perguntar. Virou-se para mim. Sim, direi a eles. Ela o olhou como se ele estivesse fazendo a mais absurda das perguntas. Aquilo me surpreendeu.

Ela estava fitando fixamente os olhos dele. Desejo alguns fatos antes que ele chegue. Quando a senhorita deixou a agenda ali? Ela abriu a boca e fechou-a, outra vez. Foi uma Se ele achava que era Wolfe olhou para mim. Levantei minhas sobrancelhas. Virou-se para ela. Eu contei a ele. Eu achava muito — bem, muito vulgar ele me convidar para ir ali. Assim, contei ao senhor Aiken.

Se tivesse falado, o senhor Yeager saberia que a senhorita havia contado ao presidente. Dez segundos. Abriu os olhos. Ele perguntou se eu ainda tinha as chaves, e respondi que sim. Seus olhos se arregalaram. A campainha da porta tocou. Levantei-me e fui atender. O presidente estava na varanda. Abri a porta e perguntei: — Senhor Aiken? Entre, por favor. Ele passou pela soleira, e eu o ajudei com seu casaco.

Aquele homem tinha o porte de um presidente. O terno dele devia ter custado pelo menos oito vezes mais do que o do falso Yeager. Pensei que tivesse se levantado para demonstrar respeito, mas Wolfe falou a Aiken.

Senhorita, por favor A porta, Archie. A senhorita McGee entrou, e ela Yeager, e era usado por ele. Aiken olhou-me de cima a baixo. Virou-se para Wolfe. Se eu tivesse um cliente poderia revelar o fato, naturalmente e sem mencionar o nome. Naturalmente foi um choque. Tentei voltar ao elevador, mas ele me agarrou. Ele enrolou uma coberta em meu corpo e apertou-a com seu cinto. Ele descobriu quem eu era remexendo nas coisas em minha bolsa, e me informou que os dois estavam trabalhando para Nero Wolfe, e que sabiam que aquele apartamento pertencia ao senhor Yeager.

Sinto muito, senhor Aiken, mas que mais eu podia fazer? Eu ajo. Pode me contar como foi que o senhor ficou sabendo? E pagarei bem. Eu o estou contratando. Os eventos poderiam fugir ao nosso controle.

A alternativa seria assumir o controle dos eventos. Aiken franziu a testa. Dois carbonos. Eu datilografara enquanto ele falava. Aiken leu duas vezes e ergueu os olhos. Ele a dobrou e enfiou no bolso. Quero saber como o senhor vai agir. Wolfe olhou fixamente para ele. Devo jogar este papel com sua assinatura no cesto de lixo? Isso poderia ser feito em um ano, mais ou menos, e o passo seguinte seria descobrir qual delas Eliminei oportunidade. Todas as pessoas que tinham chaves tiveram oportunidade.

Sobrou motivo. Eliminei motivo. Olhou para mim. Eu a obtive no banco. Gosto de estar sempre fazendo alguma coisa. Aposto quanto o senhor quiser. Quer perguntar a ela? Ele fez uma careta. Fui interrompido pela campainha da porta. Ao chegar na sala da frente, vi na varanda o que tenho em mente quando me refiro a uma mulher feia.

Abri a porta e cumprimentei-a. Sou a senhora Thomas G. Senhora Thomas G. Ele me olhou demonstrando surpresa. Colocou a bolsa na estante de livros, e fitou Wolfe com seus olhinhos inteligentes. Ela continuava a falar. Ele era um homem doente, tinha um desejo sexual muito intenso.

Estou sabendo de tudo isso. Um dos diretores me contou tudo. Benedict Aiken contou tudo aos diretores e um deles me disse. Quero ver aquele apartamento. Ela ia diretamente ao assunto. Portanto, ele precisava entrar no jogo dela. Ele recostou-se na cadeira e cruzou os dedos diante da boca. Archie, aquele papel que o senhor Aiken assinou. Traga-o para que ela leia.

Tirei o papel do arquivo e dei-o a ela. Leia outra vez. Quando o senhor descobrir quem o matou o senhor me diz e eu decidirei o que fazer. Prometi a meu marido que jamais assinaria qualquer documento sem antes mostrar a ele. Comprometendo-me com minha parte no contrato? Quanto o senhor quer como sinal? Resolveu mudar sua resposta. Aparentemente ela achou que a quantia estava adequada.

Sente-se, por favor. Assim, de que adiantaria? Sei que ele tem companhia. A senhora Thomas G. Abra a porta. Wolfe virou-se para ela. Mas podemos supor que a senhora estivesse sendo seguida. Wolfe virou-se para mim: — Tudo bem, Archie. Dessa vez me enganei. Cramer olhou para ela. Aquele policial era educado.

Um policial a seguiu. Traga-o aqui. Foi um garoto que o achou. Talvez ter vindo aqui seja um. Quero saber o que foi dito a Wolfe. Ele se manteve calmo. Imaginemos, por exemplo, que eu tenha sido informado confidencialmente que uma certa pessoa estivesse devendo uma grande quantia em dinheiro a Yeager e que ele a estivesse pressionando para receber o pagamento.

Por dentro eu estava sorrindo. Nem o senhor Goodwin. Estou correndo um neste momento. Terceiro, nada do que o senhor X disse era verdade. Descobrimos que tudo que ele nos contou era mentira.

Lembro-me muito bem O telefone tocou, virei-me na cadeira e atendi. Estou ocupado. Outra mulher. Espere na linha um minuto. O motorista, Jimmy Burke, estava se comunicando com a central.

A partir dali segui andando. Usei a chave de Meg Duncan, e segui pelo corredor. Ela fitou-me com aqueles olhos negros. Entre aqui. Entrei na cozinha. Tirei dali de dentro um papel com o timbre de documento legal e desdobrei-o. Mas agora resolvemos ficar e lutar por nossos direitos. Meu marido e minha filha acham que devemos ficar, mas eu ainda acho que seria melhor irmos embora.

Pela primeira vez estamos em desacordo por algo mais do que simples palavras. Por isso estou lhe contando tudo. Os olhos de Cesar estavam semicerrados. Por isso resolvemos ir embora esta noite. Os olhos negros daquela mulher brilharam. Preciso subir e ver aquela mulher.

Espero que um tira nunca entre aqui. Ele chegou, entrei e subi. Inquestionavelmente, o lugar tinha um toque bem definido. Mas eu tinha um trabalho a fazer. Estou interrompendo? Eu sugeri o champanhe. Eu estava esperando sua chegada. Ela percebeu o que eu pretendia fazer e tentou segurar a bolsa, mas era tarde demais. Guardei tudo de volta, fechei a bolsa, e recoloquei-a ao lado dela. Vim para pegar meu guarda-chuva. Cinza com um cabo preto.

Acredite-me, se eu fosse uma mulher e tivesse as chaves de um apartamento como este e viesse aqui e encontrasse um estranho Cruzou as pernas. Estava chovendo. Tom Yeager me contou que conhecia um lugar que era diferente, que valia a pena conhecer, e deu-me as chaves e ensinou-me como entrar aqui. Quando cheguei, foi isto que encontrei. Tomou mais um gole. E aqui estou eu.

Tomou um gole. Por falar em trabalho, por que seu marido poderia perder o emprego? Por acaso ele trabalha para a Continental Plastic Products? A gente nunca sabe de onde surge um pressentimento. Eu a estava ouvindo apenas com um ouvido. Professor de literatura. Apenas uma pergunta: Onde a senhora esteve na noite de domingo, a partir das sete da noite? Na noite de domingo, eu fiquei em casa, em nosso apartamento, com meu marido.

A partir das sete da noite? Fomos a um restaurante no Village pouco depois das seis para jantar, e voltamos para o apartamento depois das oito — por volta de oito e meia.

Fui para a cama por volta de meia-noite, e fiquei ali. Juro que fiquei. Tudo bem? Quanto tempo ainda? Ela vai ficar aqui? Acho que ela vai querer terminar a garrafa. Tenho o que fazer nas ruas. Dinah Hough levantou-se e foi para a cozinha. Ela estava ali quando o elevador chegou e entrei. Venha comigo. Durante as quatro horas e meia, consegui realizar uma tarefa muito importante. Consegui evitar ser atropelado e pisoteado em longos corredores por duas vezes, uma entrando em uma sala providencial, e outra me encolhendo contra a parede.

Sua boca abriu e fechou. Ele estava decidindo alguma coisa. Nunca o vi em minha vida. O fantasma dele. Esta tarde, tive uma conversa com sua mulher. Dinah Hough, nascida no dia 3 de abril de , branca, cabelos castanhos, olhos amendoados. Ela gosta de champanhe. Assim descemos bem em frente. Em vinte segundos, ele murmurou: — Com a breca!

O que o senhor tem a nos dizer? O grito estivera contido em sua garganta. Wolfe olhou-o fixamente. Quando fiquei sabendo, na noite de segunda-feira, que um homem chamado Thomas G. O que o senhor tem a dizer em sua defesa? Wolfe fechou os olhos. Pouco depois, tornou a abri-los. Eu raramente fico com pena das pessoas encurraladas por Wolfe.

Normalmente isso acontece porque elas pedem para que ele as domine de um jeito ou de outro. Mas tive de desviar meus olhos de Austin Hough. Ela falou? Isso significava que eu deveria usar meu bom senso e minha sagacidade. Foi o que fiz. Wolfe apontou-lhe o indicador. E se eu simplesmente me levantar desta cadeira e sair por aquela porta?

Nesse ponto, nossos interesses caminham lado a lado — assim como os de sua mulher. Passei a segui-la. A curiosidade insinua-se nos lares dos desventurados sob os nomes de dever ou piedade. Quando minha mulher Parou para engolir a saliva.

Perguntei aqui e ali e descobri quem ele era. Quer saber como aconteceu? O dia ainda estava claro. O que o senhor teria feito? Hough virou-se para mim. Seria o mesmo que me perguntar o que eu faria se fosse um passarinho e visse um moleque roubando meu ninho. Mas decidi que era preciso fazer alguma coisa. Finalmente resolvi o que deveria ser feito na noite de um domingo.

Eu estava decidindo o que fazer, e no dia seguinte resolvi agir. O senhor sabe o que eu disse a ele. Ele iria querer ver Yeager, e contaria a ele que eu estive aqui e ele ficaria sabendo o que eu disse. Isso era o mais importante. Olhou para mim e para Wolfe. Imagine que Mas se os senhores pudessem Quando Wolfe respondeu que esse assunto dificilmente poderia ser considerado como de interesse dele, Hough nem tentou insistir. Permiti-me sentir pena dele outra vez quando ele se levantou da cadeira.

Ele estava em apuros. Fechei a porta e fui me encontrar com Wolfe na sala de jantar. Nesse ponto somos iguais. Eu o classifico de imbecil, mas e se de fato ele for sutil, astuto e inteligente?

Agora estamos abandonando essa teoria. E agora? Ficamos conversando sobre esse assunto por duas horas inteiras. E isso provavelmente aconteceria mais cedo ou mais tarde. Enquanto tirava a roupa, fiquei avaliando nossas chances. Uma mulher do outro lado da linha disse: — Desejo falar com o senhor Archie Goodwin. Venha depressa. O senhor pode vir agora? Consegui acordar. Eles nos levaram para identificar o corpo, e acabamos de chegar. O senhor pode vir?

O mais depressa que puder. Ela desligou. A senhora P. AG Desci e coloquei o bilhete por baixo da porta do quarto de Wolfe.

A senhora Perez estava ali. Sem dizer nada, ela se virou e caminhou pelo corredor, e eu a segui. Fui eu quem deu a garrafa a ele. Estou sentada na cama de nossa filha. Perez pegou o copo, tomou um gole, colocou o copo sobre a mesa e disse alguma coisa em espanhol. Sentei-me na cadeira. E para isso A senhora sabe quem a matou? Um homem a encontrou em um ancoradouro junto ao rio. Muito bem, vamos ver em que ponto estamos.

Ou a assassina. Ou preferem deixar o assunto ao senhor Wolfe e a mim? Se eu tivesse sido mais convincente Maria jamais conversou com ele. Nossa filha nunca esteve naquele apartamento. Nesta cama onde eu agora estou sentada. Sua filha tinha bons ouvidos. Quando vim por este corredor, a porta deste quarto foi aberta uns dois dedos e ela estava aqui no escuro, me observando. Abri a porta e conversamos.

Trocamos algumas palavras. Neste quarto. O primeiro policial que veio. Vou tentar encontrar alguma coisa, primeiro neste quarto e depois nos outros aposentos. Duas pessoas trabalham mais depressa do que uma. Vou precisar desarrumar a cama. Vou ter de revirar todas as coisas de sua filha.

Ele estava atrapalhando e pedi a ele que se levantasse quando puxei o tapete. Peguei outra gaveta. Ali estava o que eu procurava, e quase que me escapava de novo. Sem ter encontrado nada na parte externa do fundo, quando coloquei a gaveta novamente sobre a cama dei outra olhada na parte interna, iluminando com a lanterna, e vi um pequeno furo.

Era quase como o furo de um alfinete, perto de um canto. A senhora Perez, a meu lado, disse alguma coisa em espanhol e tentou pegar aquelas coisas, mas eu a impedi. Yeager, publicadas em jornais. Uma foto de jornal do senhor Thomas G. A legenda indicava os nomes das outras pessoas que estavam com Yeager, inclusive o de um de nossos clientes, Benedict Aiken. No canto inferior esquerdo de cada um daqueles desenhos havia uma data. Estudei mais detidamente aquele desenho.

Eu tinha em minha mente uma promissora candidata para mostrar durante o julgamento da pessoa que poderia ter assassinado Yeager. Podia ser Julia McGee. Quando percebi que eu estava querendo que fosse Julia McGee, desviei meu olhar. A senhora Perez puxara outra cadeira para perto de mim e estava sentada ao meu lado.

Vou levar tudo isto comigo para mostrar ao senhor Wolfe. Pouco importa. Levantou-se e saiu do quarto. Entregou-me o dinheiro. Agora somos seus detetives. Chegando ao apartamento, apertei o interruptor da luz.

Quando acendi a luz, ele se mexeu e piscou. Talvez tenhamos sorte. Dez minutos seriam suficientes. Talvez eu lhe telefone por volta de meio-dia. Quando terminei, entreguei a ele a prova que encontrara na gaveta de Maria. Com esse tipo de coisa ele sempre se mostra cuidadoso e minucioso.

Levantei-me e fiquei observando enquanto ele os agrupava. Por duas vezes discordei e discutimos. Yeager havia sido um homem bastante hospitaleiro. Aposto dez contra um. Domingo passado. Ou ela o matou ou o encontrou morto. Suponhamos que tenha sido Julia McGee. Ela queria fazer algum acordo. Wolfe limitou-se a grunhir: — Mmmmmh.

A senhora Austin Hough. Maria sabia desenhar muito bem. Peguei meu telefone e disquei, e Fred atendeu. Virei-me e contei a Wolfe, e ele ordenou: — Telefone para a senhorita McGee. Quero conversar com ela. Esse segundo telefonema demorou um pouco mais para ser completado.

Finalmente, consegui falar com ela e fiz um sinal para Wolfe. Ele pegou o telefone de sua mesa e permaneci na escuta. Sairei daqui dentro de alguns minutos. Wolfe reclinou-se em sua cadeira e fechou os olhos. Quando coloquei o cheque de Fred em minha mesa, o telefone tocou. Era a senhora Yeager.

Sugeriu que eu poderia iniciar meu trabalho quando a levasse para ver o apartamento, economizando uma viagem. Bem que tentei. Finalmente consegui, sem precisar desligar o telefone na cara dela. Quem abriu a porta para que ele pudesse entrar foi Fritz.

Quando a campainha da porta tocou, ele se levantou e empurrou sua cadeira para perto da estante de livros, enquanto eu me dirigi para atender. Fiquei surpreso. Voltei para a sala da frente, abri a porta e eles entraram. Para um presidente, Aiken era bem educado. Aiken foi o primeiro a falar.

Caso tenha havido alguma coisa nova, o senhor deveria ter me notificado. Wolfe estava olhando para ele. Foi ela quem vi no domingo. O senhor estava me pagando e estava contando comigo. Estou esperando ser repreendido. Trataremos disso mais tarde. Os de Aiken e os meus estavam voltados para Julia McGee. Por que a senhorita o matou? Por que a senhorita matou Yeager, senhorita McGee? Por acaso Durkin o viu entrar? Mas uma outra pessoa viu.

Na verdade foram duas pessoas — o senhor e a senhora Perez. O superintendente e sua mulher. A filha do casal morreu durante a noite. Antes ou depois da senhorita McGee? Ele chegou por volta de sete horas da noite. Vou retirar essa pergunta e fazer uma outra. Ela terminara de estudar os desenhos do tapete.

Desviou os olhos que estavam fixos em Wolfe e olhou para Aiken. Ela olhou nos olhos de Wolfe. Seu corpo estava. Sobre o tapete. Ele estava deitado de lado e com a boca aberta. Deve ter sido por volta de nove e meia. Wolfe grunhiu: — Acho que vou ignorar sua resposta, senhorita McGee.

Para meu apartamento. Fica na rua Arbor. Na verdade, duvido que eu venha a saber alguma coisa conversando com a senhorita. Logo em seguida puxou-os para dentro da boca.

Para fora outra vez; para dentro de novo. Para fora e para dentro, para fora e para dentro. O que o senhor vai fazer agora? Nenhuma resposta. Aiken olhou fixamente para ele. Wolfe abriu os olhos e endireitou-se na cadeira. As chaves, senhorita McGee.

Wolfe ignorou-o. O presidente ficou olhando para ele, boquiaberto. Quero-o de volta! De que outra forma ele poderia ter sabido que a senhorita McGee esteve ali? E o senhor tinha as chaves. Acho que foi exatamente isso que aconteceu. Vamos embora daqui. Vamos sair daqui. Ela olhou para ele, para Wolfe, e novamente para ele. Preciso responder isso. Eu lhe disse que achava que ele queria conversar comigo sobre aquela garota, Maria Perez. Eu precisava contar a ele onde estive, senhor Aiken. Ele estava olhando para Wolfe.

Depois entre em contato com Saul e Orrie. Se tiverem outros compromissos eu falarei com eles. Preciso conversar com eles esta tarde. Posso verificar. Centenas de pessoas que assim pensaram se arrependeram amargamente. Eu costumava dar uns giros no Churchill. A senhorita Duncan perdeu alguma coisa?

O senhor Wolfe vai bem, obrigado. Apartamento 12D. O apartamento 12D ficava no fim do corredor. Apertei a campainha, e em meio minuto a porta foi entreaberta e uma empregada perguntou quem era. Foi esse o nome que ele me deu. Havia uma cadeira virada para a cama, e achei que seria mais seguro sentar ali. Assim que me acomodei, ela me perguntou se eu levara sua cigarreira. O senhor Wolfe pediu-me para que viesse aqui para fazer-lhe uma pergunta. No teatro. E depois?

Ela estava sorrindo. Ou melhor, acho que agora sei. Como uma Para onde a senhorita foi quando saiu do teatro? Alguma vez a senhorita viu ou falou com ela? Levantei-me da cadeira e sentei na cama onde ela havia indicado. A senhorita disse que nunca viu ou falou com Maria Perez.

Estou sendo franco, senhorita Duncan. Posso dizer apenas que eu estava falando por falar. Juntamente com as fotos. Quando a senhorita deu a foto a ela? Existem tantas Ela se levantou rapidamente do travesseiro. Ali estava eu, parcialmente deitado sobre ela, meu rosto enterrado no travesseiro. Perguntei: — Quando a senhorita deu a foto a ela? A senhorita espera que eu me desculpe? Depois de ter indicado um lugar na cama onde eu devia me sentar e vestida com essa camisola transparente?

Quando a senhorita deu a ela a fotografia? Pedi para que a deixassem entrar. Pensei que ela fosse Em agosto, ela foi me procurar outra vez. Estava ainda mais bonita. Em seguida, ela me disse que decidira que merecia receber algum dinheiro para ficar de boca fechada.

Foi exatamente o que ela disse, dinheiro para ficar de boca fechada. O senhor chegou a ver Maria Perez? E, naturalmente, eu Preciso trabalhar. Reflexo condicionado. A empregada achou que fossem brincos. Wolfe jamais vai aprender a atender um telefone da maneira correta.

Para mim tanto fazia falar com ele ou com ela. Ouvi o click, abri a porta e entrei, e subi pela escada. Apenas fazer algumas perguntas.

Aconteceu uma coisa que complica um pouco o caso. Quem era ela? Ela foi assassinada, alvejada, entre nove horas e meia-noite. O senhor Wolfe gostaria de saber como foi que o senhor passou a noite. Bem como sua mulher. Levantei minhas sobrancelhas, surpreso.

Deu meia-volta e saiu caminhando pelo corredor, e eu o segui. A porta estava aberta. Ele se dirigiu a uma porta do outro lado, abriu-a, e convidou-me a entrar. Dois passos depois da soleira parei, aturdido. Ele a matara!